Quarta-feira, 30 de Junho de 2010

the Messenger test

Não conseguia dizer melhor...

(...) O que mais me fascina no maravilhoso mundo das relações é como é que pessoas por quem éramos capazes de dar um rim (ou os dois), ao fim de um tempo (que demora a chegar, mas chega sempre) se tornam completamente irrelevantes e indiferentes. Mas é uma indiferença sentida e real, não é aquela falsa indiferença do "agora vou-me armar em esperta e fingir que não quero saber mais nada de ti mas, na verdade, não quero eu saber de outra coisa". Não, falo mesmo da indiferença-indiferença, o deixarmos de ter interesse no que a outra pessoa anda a fazer, o que almoçou, com quem saiu, aquela coisa obsessiva e doentia que nos faz querer saber cada passo e que nos faz imaginar muitas histórias em torno disso (tipo, uma amiga disse-nos que o viu a lanchar às 17.30, mas ele lancha sempre às 18.00, se foi lanchar mais cedo é porque de certeza que já anda metido com outra, o cabrão!). Para mim, o grande teste da indiferença é se uma pessoa que já foi muito importante na nossa vida entra no messenger e isso não nos faz saltar o coração pela boca. Se já não ficamos ali naquela tensão do "falo-não-falo", se o estômago já não se contorce de ansiedade à espera que a outra pessoa meta conversa connosco, se não ficamos ali a analisar o nick que escolheu, se está no estado ausente ou ocupado. Quando a janelinha com o nome se abre e não estamos nem aí, então é porque a paixão se curou de vez. (...)"

Pipoca, 'stou contjigo e não abro!

0 achas que já vieram deitar para a fogueira: